Vale a pena acordar às 7h, nem que seja pelos raiozinhos de sol (inexistentes no resto do dia). Hoje vi o Sol, esse senhor que andava escondido nos últimos dias. Já percebi que se levanta cedo e apanha o comboio logo em seguida, pois a partir das 8h e pouco já não se deixa ver mais...
domingo, 13 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Cheguei! - Novidades de Büren
Dia 1 em Büren (Deutchland)
Hoje foi o primeiro dia da nova
aventura em Büren. Ontem chegámos cerca da 1h da manhã, depois de uma longa
viagem com escala em Palma de Maiorca. O dia começou às 8h30 da manhã e fomos
tomar o pequeno-almoço às 9h, no lar onde vamos ficar a trabalhar. Cerca das
9h10 conhecemos o director do lar, um senhor alemão bastante simpático, que
sabe falar um pouco de português. Tomámos o pequeno-almoço com ele e com o
enfermeiro-chefe do lar, que é também português. Às 10h chegou outro elemento
da empresa CareAktive que não trabalha em Büren, mas que será o responsável por
nós durante a estadia na Alemanha, o Weber, brasileiro.
Começámos um mini passeio pela
pequena cidade para nos irmos inscrever na Rathaus, ou como a conhecemos Câmara
Municipal, pois todos os trabalhadores têm de estar aí inscritos para poder
fazer o que quer que seja. Em seguida fomos ao banco abrir uma conta, para
podermos receber ordenado, e posteriormente fomos à AOK, uma companhia de
seguros, para fazer o seguro de saúde, também ele obrigatório aqui na Alemanha.
Uma viagem curta que terminou cerca do meio-dia, novamente no lar.
Almoçámos e iniciámos então as
aulas do nível A2 de alemão, até cerca das 17h15. Muito difíceis, uma vez que o
professor só fala alemão e nem sempre conseguimos entender o que nos está a
querer explicar…
Sinceramente é uma aventura que
se está a revelar mais difícil do que eu esperava. Tinha noção de que
entendíamos um pouco mais de Alemão, do que na realidade acontece. Depois
recebemos instruções que durante as refeições nos deveríamos sentar separadas e
que deveríamos ficar misturadas com os idosos para que nos vamos ambientando
mais com a língua. Recomendaram-nos também que nos preparássemos, pois a partir
de amanhã deveremos deslocar-nos mais cedo para os serviços à hora de almoço,
afim de auxiliar alguns dos idosos mais dependentes a alimentarem-se. E que
devemos trabalhar aos fins-de-semana de quinze em quinze dias…
Está a começar a existir uma
divergência no grupo pois algumas de nós acham que isto é exploração e, que
dado que não vem no contrato e o senhor brasileiro responsável por nós disse
que não devíamos fazê-lo, deveríamos reclamar já junto dos chefes e rejeitarmos
tais funções. Por outro lado, as restantes de nós pensa que não o deveremos
fazer uma vez que eles também nos têm facilitado algumas ajudas relativamente
ao alojamento e afins. Acordámos que amanhã ao pequeno-almoço abordaremos o
assunto com o chefe e veremos o que resulta desta conversa.
Outras informações:
A cidade é mesmo muito muito muito pequena e a cidade maior mais próxima fica a uns meros 6,20€ e 40 minutos para cada lado.
Ainda não vi um raiozinho de sol por mais tímido que fosse.
Passei de 27ºC para 8ºC de um dia para o outro.
O pequeno-almoço é das 7h30 às 8h30.
O almoço é das 12h às 13h.
O jantar (que é constituído por pão com queijo/fiambre/manteiga/doce + sumo/água com gás/chá) é das 17h30 às 18h15.
Só nos servem água com gás, parece água das pedras e não têm da mineral natural.
Entre outas coisas... Assim que puder deixo aqui algumas fotos para verem as instalações e a cidade, esperemos que o tempo colabore porque hoje choveu todo o dia.
Beijinhos,
Cat
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
Lares de Terceira Idade vs Envelhecimento no seio da família
Bom dia a todos, apesar de para mim não estar a começar bem!
Hoje acordei, desta forma madrugadora, com uma angústia no peito que não estou a conseguir dissipar. Acordei com o pensamento a remeter-me para a situação atual da avó do meu marido, uma Senhora de 88 anos de idade, a H., quase dependente total, viúva há 4 anos, que neste momento se encontra num lar. Quando o marido, o principal cuidador morreu, estando todos a trabalhar e/ou estudar e visto que a Senhora mora na nossa terra natal, numa aldeia, e portanto longe de nós, a solução foi encontrar um sítio onde cuidassem dela.
Como sabemos hoje em dia é difícil encontrar pessoas que fiquem como internas em casa destes idosos, ainda mais quando as próprias casas são também elas antigas e oferecem poucas condições habitacionais. Por outro lado, esta é uma idosa que sempre abominou a ideia de ir para um lado. A solução encontrada então na altura foi deixá-la ao cuidado de uma senhora particular, que cuidava de idosos em sua casa. No início era apenas a avó do meu marido e outra que já lá estava. Depois, altura houve em que esta pessoa chegou a ter quatro pessoas ao seu cuidado. No entanto, era um ambiente mais reservado, mais doméstico e situava-se numa aldeia vizinha, onde acabava por receber visitas de familiares e amigos frequentemente.
Há uns meses, a sua condição física agravou-se e cremos que se não fosse a família a ir visitá-la naquele fim-de-semana, H. tinha falecido com uma extensa insuficiência renal, que por sua vez levou a uma grave insuficiência respiratória. Esteve hospitalizada um mês e pouco e quando começou a ser planeada a alta optámos por procurar outra solução. A verdade é que apesar de ter parecido uma boa solução ao princípio, este "lar" que encontrámos não lhe oferecia todas as condições que necessitava, percebemos mais tarde. A cuidadora passava os seus dias na sua horta e as idosas ficavam muitas horas sozinhas, muitas vezes à beira de uma lareira acesa, sem proteção. Por outro lado verificou-se que quando a H. necessitou de assistência, esta cuidador não teve a perspicácia de chamar o INEM e levá-la para o hospital, contribuindo para o agravamento da situação clínica da H.
Quando a H. saiu do hospital já tinha á sua espera uma vaga num lar, na cidade mais próxima, ficando também a cerca de 300m do Hospital. Pareceu-nos uma solução óptima, até porque aqui teria assistência médica e de enfermagem diariamente, caso necessitasse. Também está numa zona acessível, com transportes mesmo à porta, o que facilita as visitas dos familiares que vêm da aldeia para a ver. Está lá há cerca de 6 meses e as coisas têm corrido bem até agora. No entanto há umas semanas que a H. começou a dizer que não quer estar ali, que não gosta pois vê ali coisas que a sua cabeça e o seu coração não podem aceitar. Sempre que a questionamos sobre essas coisas, nada mais adianta.
Ora, como sabem estou de partida para a Alemanha, e esta senhora H. de quem gosto muito resolveu há uns dias sair-se com esta:
"_ Então agora que já acabaste o curso e que não tens emprego, tu é que podias ficar comigo em casa!"
Bem, deixou-me de coração partido. Contudo é uma pessoa bastante pesada que exigiria grande esforço físico e que me deixaria "presa"24h por dia, 365 dias por ano. Na sua casa não teríamos condições para ficar e na minha também não por ser um terceiro andar sem elevador. Por outro lado, manter-se-iam os meus atuais problemas financeiros e todos os meus sonhos cairiam por terra. Confesso que nem considerei a questão, apesar de muita pena.
Então, hoje acordo às 6h da matina, a sentir-me altamente culpada por estar a ir-me embora ao encontro da minha vida e dos meus sonhos e como que a abandoná-la. Os seus três filhos já morreram, restando-lhe duas noras e quatro netos, metade dos quais raramente (ou nunca) a visitam. Acordei a sentir que o meu dever era ficar e cuidar eu dela, tirá-la daquele sítio onde não quer estar. A H. não é minha avó, apesar de gostar muito dela, e por isso acho que o dever não é meu, mas não consigo deixar de me sentir culpada. Já por várias vezes que refere que "quem inventou os lares devia arder no inferno" e que "a ganância é que faz com que deixem os idosos nos lares ao invés de cuidarem deles em casa, como outrora". Sei que não o dever não é meu, mas não consigo deixar de ouvir ecoar estas palavras e pensar no pecado da ganância que estou a cometer ao partir em busca de melhores condições e deixá-la ali.
Desculpem pelo extenso desabafo, mas precisava tentar dissipar esta angústia de qualquer forma.
E vocês o que pensam destas situações?
**Cat**
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
A MÃE (da Carolina)
Capítulo III
Filipa é uma mulher independente, com uma infância
difícil no seio de uma família de seis irmãos, onde reinava a pobreza, a
ignorância, o alcoolismo e as traições. Impossibilitada de estudar pelos pais,
cedo teve de deixar a sua casa e a sua aldeia e rumar a Lisboa, para trabalhar,
à semelhança da irmã mais velha com quem nunca se deu bem.
Conheceu o Manuel, num
jardim de Lisboa, tinha então 19 anos. Foi um encontro com toques de romantismo
e espontaneidade, onde conheceu um homem da sua idade, bonito, aparentemente educado
e responsável, tendo aceitado marcar novo encontro para o dia seguinte.
Acabou apaixonada, engravidou. Não que o planeasse,
mas aconteceu. Decidiram ter o bebé, estavam a viver juntos e gostavam um do
outro. As coisas nem sempre correram pelo melhor com a sogra. Ema não os
deixava em paz e foi o que a motivou a convencer o Manuel a voltarem para a sua
terra natal. O bebé era uma menina e as coisas acalmaram por um tempo, apesar
duma visita inesperada de Ema para ameaçar Filipa durante a gravidez. O casamento
não estava a ser o mar de rosas que se esperava devido aos deslizes
extraconjugais de Manuel e à sua tendência para acumular dívidas. Entretanto o
irmão mais chegado de Filipa morreu num acidente e ela entrou em depressão.
Estava medicada quando aconteceu o segundo bebé não planeado… mais uma vez as
coisas não correram bem e a sogra decidiu fazer nova visita, desta vez não
presencial. Enviou-lhe um kit com medicação para realizar um aborto.
O segundo bebé acabou por nascer, mas desta vez Filipa
ganhou coragem e separou-se. Ficou com duas crianças, sozinha, desempregada e
com muito pouco suporte familiar. Acabou por conhecer um homem mais velho, com
idade até para ser seu pai, o Paulo. Não é particularmente bonito mas tem-se
mostrado atencioso e consegue transmitir-lhe a segurança que precisa neste
momento, não só financeira como se possa pensar, mas emocional. Fá-la sentir-se
uma grande mulher, bonita e inteligente, como de facto é mas há muito não
sentia. Estão juntos há cerca de 8 anos e as coisas têm corrido bem, pelo menos
até agora. Começou a trabalhar para ele, na sua empresa e compraram uma casa,
onde vivem, embora esta esteja apenas em nome dele.
Filipa está muito preocupada com a filha, apesar de Carolina
não ter revelado grandes mudanças comportamentais, pois continua a ser a menina
respondona e espevitada de sempre, tem-se mostrado mais agressiva. Preocupa-a o
facto de o ex-marido nuca ter conseguido separar os filhos dos aguisados da sua
vida pós-segundo-casamento. Sempre tentou proteger os filhos, mas por esta
altura começa a questionar-se se o terá feito da melhor maneira. As notas de Carolina
baixaram um pouco, apesar de não ser ainda uma diminuição relevante, e
descobriu outros pormenores – Carolina tem faltado a algumas aulas. Para
agravar a situação, Filipa descobriu a sua assinatura falsificada por Carolina
em algumas justificações de faltas e isso deixa-a apreensiva dado que a faz
recordar-se das vezes que o ex-marido fez o mesmo, deixando-a com dívidas que
ainda hoje, dez anos depois, se encontra a pagar. Está neste momento a
questionar-se se educou a filha da maneira correta e se esta estará a revelar
agora características herdadas do seu pai, apesar do escasso convívio que
tiveram ao longo destes quinze anos.
Não quer continuar a discutir com a filha, mas não
pode deixar passar em branco as suas últimas atitudes. Tenta chamá-la à razão,
mas Carolina fecha-se em copas. Não o demonstra e mantém a postura inflexível,
no entanto Filipa está destroçada e mais uma vez volta a questionar-se se estará
a errar como mãe. Apesar das dúvidas decide manter o pulso firme e a rédea
curta, Carolina ficará de castigo nos próximos tempos. Também não gosta do namorado novo da filha. É mais velho e um dos rufias lá da escola,
não gosta da forma como controla Carolina e acha que este a influencia
negativamente. Sim, definitivamente o castigo será uma resolução para dois
problemas. Uma punição para o seu mau comportamento e uma protecção de alguém
que, a continuar neste rumo, ainda a vai magoar bastante.
O passado de Filipa é algo que determina o seu
presente de uma forma que chega a ser consciente. Sabe que a relação com a sua
mãe influencia de forma vincada a relação que estabelece diariamente com os
seus filhos. Nunca se deu bem com a mãe, como já foi referido, o enredo
familiar de Filipa é uma teia com muitos fios e a sua mãe é apenas um desses
fios. Um fio de piso escorregadio, difícil de seguir. Sempre se sentiu
negligenciada pela mãe, em prol da sua irmã. Tem conhecimento das escapadelas
extraconjugais da mãe e sempre pensou que a mãe não gostava mais da irmã por
esta ser filha do homem que sempre amou, que não era o seu marido. Em
contrapartida, crê que o desamor que a mãe sempre sentiu pelo seu pai, um
marido alcoólico com quem foi obrigada a casar, lhe foi direccionado desde o
seu nascimento.
Aprendeu a amar os filhos como gostaria que a sua
mãe a tivesse amado. Não foi um comportamento difícil para Filipa, em parte
devido à característica maternal, tão pronunciada na sua personalidade. Nos últimos
anos esta característica foi aprimorada, com o relacionamento bem-sucedido com
uma mulher para quem começou a trabalhar. Esta mulher, que por motivos que não
interessam nesta história, será chamada de Senhora. E Filipa desenvolveu com a
Senhora a relação de mãe-filha que nunca teve com a sua mãe biológica. É alguém
de quem gosta muito, com quem gosta de conversar e de quem gosta de ouvir
conselhos. Tem sido uma grande ajuda nas decisões que tem tomado na educação
dos seus filhos, em especial de Carolina, que ultimamente tantas preocupações
lhe tem dado.
O seu relacionamento amoroso, ultimamente, também
não tem sido um mar de rosas, as discussões são frequentes, embora as consiga
esconder dos miúdos. Na base da discórdia estão informações que Filipa descobriu
sobre o actual companheiro, escondidas no recôndito escritório lá de casa que
há alguns meses começou a estar fechado à chave. Informações que a deixam
confusa, furiosa, desiludida e revoltada. Chegou à conclusão que talvez seja
melhor separar-se, enquanto ainda tem alguma margem de manobra, para sair desta
situação de forma digna e protegendo os filhos, adolescentes, crianças para
ela. Terá de ser tudo feito com muita calma para não prejudicar a rotina dos
filhos e para que não percepcionem o stress
que está a vivenciar. Apesar de todo o seu cuidado até agora, desconfia que a Carolina
se apercebeu que algo não está bem. Não tem feito perguntas, mas já demonstrou
o seu apoio por diversas vezes, numa conversa muda em que o olhar diz quase
tudo. Ou então é o subconsciente a pregar-lhe partidas e está a ver o que quer
ver, na busca por embelezar a relação ultimamente tão conflituosa com a sua
filha.
Filipa já apresentou queixa na Polícia de Segurança
Pública de Abrantes, relativamente ao que descobriu sobre o companheiro – que
será revelado mais adiante – mas misteriosamente os registos da queixa
desapareceram e nada foi feito. Está claro que há agentes policiais envolvidos
nos esquemas do companheiro. Decidiu recorrer a outro tipo de instituição e quis
apresentar queixa na Guarda Nacional Republicana de Santarém, que infelizmente
revelou compreender a sua situação mas que nada podia ser feito sem uma queixa
oficializada na PSP de Abrantes, para que esta abrisse um inquérito e a segunda
pudesse actuar. Ninguém sabe o que tem feito. É necessário manter o segredo
para já, dado que não sabe quantas pessoas estão envolvidas com Paulo e porque
também não tem grandes amigos em quem confie.
Sente-se só, a carregar uma cruz que não é a sua, e
sem ninguém para a auxiliar. Nunca foi de grandes amizades, é o que acontece
quando se é traído vezes sem conta pela própria família. Aprende-se, na sua
perspectiva, a não confiar em ninguém, a não ser em si própria. Ao longo da sua
vida teve apenas duas grandes amigas. Duas amizades que duraram quase metade da
idade que tem, neste momento, e que acabaram num segundo. Acabaram quando Filipa
se sentiu usada. Sempre se considerou uma amiga com quem podiam contar em todos
os momentos bons e maus, esteve sempre lá. Emprestou dinheiro, testemunhou em
tribunal, deu cama, arranjou trabalho, deu o que pôde quando as amigas
precisaram. Um dia, quando foi ela a precisar, percebeu que estava sozinha.
Ninguém esteve lá para a ajudar. Não se considera uma pessoa de guardar
rancores, de odiar quem lhe fez mal, mas também não é de perdão fácil e mesmo
quando perdoa não esquece. Dificilmente volta a confiar numa pessoa que a tenha
feito sentir-se traída. Sente-se só, convive com muitas pessoas, mas não há
ninguém em quem confie a 100%.
Logo teremos continuação da história!
Hoje abordaremos a personagem que é a mãe da Carolina. A Filipa!
Esta personagem, ao contrário do pai, está muito presente na vida da Carolina e será determinante nas suas escolhas futuras...
Continuam a acompanhar? Espero que sim...
Neste momento estou ainda a apresentar personagens, mas no próximo capítulo já começaremos a desenrolar a história... Não se esqueçam de ir deixando o vosso feedback que é tão importante para mim!
***Cat***
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Última semana...
Esta é a minha última semana em Portugal!
Esta é a minha última semana no ginásio!
Esta é a minha última semana como desempregada (apesar de já ter assinado o contrato!)!
Esta é a minha última semana a dormir com o meu marido!
Esta é a minha última semana junto dos meus familiares e amigos!
mas isto apenas por uns meses ou anos, claro...
Esta é a minha primeira semana como mulher nostálgica, saudosa e saudosista...!
Esta é a semana de continuação da minha vida, em que fecho um ciclo e abro outro. Se cair uma lágrima não faz mal, certamente surgirão muitos sorrisos também.
E mais uma vez as músicas que marcam esta etapa:
Lisboa
Lágrima
E é isto!
Cat***
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